26 fevereiro, 2013

A Exumação: publicações na imprensa

A imprensa  noticiou bastante a questão da exumação. O jornal "O Estado de São Paulo" publicou material bem completo  que vou postar sob a forma do linnk abaixo.

Família Imperial  Uma Nova História
FAMÍLIA IMPERIAL - UMA NOVA HISTÓRIA

Dez verdades sobre a família imperial que não estão nos livros de história.





Ainda:


Historiadora deve pedir volta do coração de Dom Pedro I ao Brasil

 (Sobre a questão do coração de D. Pedro I, este site já publicou uma matéria em 27 DE JULHO DE 2012: 

"O Coração de D. Pedro I, monarca, guerreiro e libertador"

http://www.circulomonarquicoriodejaneiro.org/2012/07/o-coracao-de-d-pedro-i-monarca-e.html)

O órgão que está na cidade do Porto, em Portugal, poderá ser analisado no Brasil; pesquisa revelada com exclusividade pelo ‘Estado’ exumou os restos mortais do imperador e de suas duas mulheres
O próximo passo do estudo da historiadora e arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel, revelado com exclusividade pelo Estado no início da semana passada, é analisar o coração de Dom Pedro I, que está na cidade do Porto, em Portugal. Por decisão testamentária, o coração foi doado à Igreja da Lapa, onde se encontra conservado, como relíquia, num mausoléu na capela principal da igreja.Na primeira fase da pesquisa, apresentada na última segunda para obtenção do título de mestrado, Valdirene exumou os restos mortais do imperador e de suas duas mulheres, Leopoldina e Amélia, sepultados na cripta do Monumento à Independência, no Ipiranga, zona sul de São Paulo. O material passou por uma série de exames na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e a pesquisa serviu para desmentir episódios da história e confirmar outros - como a "lenda" de que a imperatriz Leopoldina teria sido empurrada escada abaixo e fraturado um fêmur (mas os exames não demonstraram nada), as quatro costelas fraturadas de Dom Pedro I (resultado de acidentes a cavalo) e a revelação de que a segunda mulher do imperador, Dona Amélia, está mumificada.

Médicos envolvidos no estudo veem com entusiasmo a análise do coração do imperador. "A partir de uma amostra pequena do tecido do coração, de cerca de 5 mm, seria possível aprofundar as hipóteses da causa mortis de Dom Pedro", comenta o médico Paulo Hilário Saldiva, chefe do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP. Com esse tecido, os especialistas poderiam fazer um exame de biópsia.

Assim, seria possível saber se o imperador teve ou não sífilis, como alguns historiadores afirmam. "Pelo vídeo que vimos, é possível perceber que o coração é maior do que o normal. Isso pode ser decorrência de alguma doença. Chagas, por exemplo. Ou até algum problema reumático. É preciso analisar para chegar a uma conclusão", diz o médico.

A historiadora e arqueóloga Valdirene Ambiel já manifestou interesse em dar mais esse passo em sua pesquisa. "É um intercâmbio que nos interessa, e estamos abertos a sugestões e parcerias que vierem de lá. É parte de nossa história conjunta", diz a pesquisadora, que vem concedendo entrevistas também a jornais e emissoras portugueses.

Em breve, um pedido formal deve ser feito à prefeitura de Porto e à Venerável Ordem de Nossa Senhora da Lapa, que administra a igreja. Segundo Valdirene, será apresentado um projeto detalhado e, dependendo da receptividade ao estudo, os pesquisadores podem solicitar que o órgão seja trazido ao Brasil para exames de tomografia na Faculdade de Medicina da USP - seguindo o mesmo princípio de "autópsia virtual" pelo qual passaram os restos mortais da família imperial.

Aprovação. Os responsáveis pela guarda do coração de D. Pedro I, segundo apurou o Estado em Portugal, estão abertos a que se retire uma amostra do órgão para estudo. No entanto, impõem como condição que seja garantida a integridade do coração. Sobre a possibilidade de trazer o órgão ao Brasil para tomografias, ainda não se manifestaram.

Atualmente, duas entidades são responsáveis pelo coração do primeiro monarca brasileiro: a prefeitura do Porto, a que o órgão de D. Pedro I - D. Pedro IV em Portugal - foi doado, e a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, a quem a filha do imperador brasileiro, a rainha portuguesa D. Maria II, atribuiu por decreto régio a função de manter o coração de seu pai.

Segundo o provedor da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, Joaquim França do Amaral, a condição é que não seja colocado em risco o coração de D. Pedro I. "Não há obstáculo nenhum ao estudo. Mas neste momento não é aconselhável abrir o frasco com o coração, porque está muito frágil", afirmou ao Estado. Atualmente, apenas é aberto uma vez a cada dez anos para trocar o líquido de conservação, uma solução de Kaiserling.

Na prefeitura do Porto, a condição colocada é que seja feito um pedido oficial: "é uma questão que terá que ser analisada profundamente pelas autoridades envolvidas e que terá sempre que ter um caráter oficial. Apenas um pedido institucional poderá permitir essa análise", informa o chefe da Divisão de Relações Internacionais e de Protocolo da prefeitura, João Paulo Cunha.

Entre os especialistas, existem receios de que a abertura do recipiente onde está o coração possa comprometer a integridade dele. Um dos motivos é que a solução de Kaiserling em que está colocado possa ter um comportamento diferente do que se fosse em formol, que é atualmente utilizado para conservar órgãos do corpo humano. 




MAIS NOTÍCIAS VÍDEOS E PALESTRAS EM NOSSA PÁGINA PRINCIPAL http://www.circulomonarquicoriodejaneiro.org/ 

20 fevereiro, 2013

D.Pedro e imperatrizes exumados por arqueóloga


AS IMAGENS ESTÃO COM BOA RESOLUÇÃO. CLIQUE NO CANTO INFERIOR DIREITO PARA VER EM TELA CHEIA.
Cientista brasileira realizou uma exumação inédita: uma pesquisa nos restos mortais de dom Pedro I, o primeiro imperador brasileiro, e também em suas duas mulheres - as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia.

A arqueóloga, Profª Valdirene do Carmo Ambiel já havia proferido palestra sobre seu trabalho no XXII Encontro Monárquico, no Rio de Janeiro, em 30/06/2012.

Uma das principais revelações foi encontrada nos restos mortais de Dona Amélia de Leuchtenberg, segunda mulher de Dom Pedro I, é a de que ela foi mumificada - um dado até aqui desconhecido de sua biografia. A imperatriz morreu em 1876, na cidade de Lisboa, os restos mortais foram trazidos à cripta do Ipiranga em 1982. No caso de Dona Amélia, estão conservados pele e órgãos internos, que chegam a estar intactos. Cabelos, cílios, unhas, globos oculares e órgãos como o útero estão preservados.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, as análises revelaram que Dom Pedro I fraturou quatro costelas ao longo da vida, consequência de dois acidentes - uma queda de cavalo e quebra de carruagem. Isso teria prejudicado um de seus pulmões e, consequentemente, agravado uma tuberculose que causou sua morte aos 36 anos, em 1834. Ele media entre 1,66 m e 1,73 m e foi enterrado com roupas de general.
Os restos mortais de Dona Leopoldina contradizem a história impressa em livros, que aponta que a então imperatriz do Brasil havia fraturado o fêmur após ter sido empurrada por Dom Pedro I de uma escada do palácio Quinta da Boa Vista, então residência da família real, localizada no Rio de Janeiro. No exame, não foram encontradas fraturas.
TRANSPORTE
Um forte esquema de segurança foi montado para o transporte dos corpos. Segundo o Estado de S. Paulo, as urnas funerárias de madrugada desde a cripta imperial, no Parque da Independência, no Bairro do Ipiranga, até o local dos exames, em Cerqueira César, onde, sob sigilo, os esqueletos foram submetidos à ultrassonografias e tomografias.
 
O TRABALHO
A exumação foi realizada em meio ao trabalho de mestrado da arqueóloga e historiadora Valdirene do Carmo Ambiel. Os exames foram realizados em 2012, entre fevereiro e setembro. As negociações para obter a autorização da família para a exumação iniciou em 2012. Especialistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) ajudaram nos exames realizados no Hospital das Clínicas.
MAIS NOTÍCIAS VÍDEOS E PALESTRAS EM NOSSA PÁGINA PRINCIPAL http://www.circulomonarquicoriodejaneiro.org/ 
NOSSO FACEBOOK
 Junte-se ao Facebook Círculo Monárquico do Rio de Janeiro 

12 fevereiro, 2013

Você sabia que em 2 de setembro de 1822 D. Leopoldina assinou o decreto da Independência do Brasil?










Dona Leopoldina era de excelente formação cultural. Falava francês e italiano,  latim, estudava o inglês e aprendia o português rapidamente. Ainda pintava retratos e paisagens e tocava piano com perfeição. Tinha grande inclinação pela natureza e pelas ciências naturais. Com muita dedicação colecionava coisas referentes às ciências naturais, sobretudo à mineralogia. No setor da flora, da fauna e mineralogia, adquirira apreciáveis conhecimentos. 
Dona Leopoldina veio com sua Corte, formada de médicos, zoólogos, botânicos e músicos. A eles devemos os primeiros estudos feitos sobre o Brasil, na área das ciências naturais. A essas virtudes, era possível acrescentar um senso político extremamente aguçado, uma notável capacidade de pressentir o momento da ação, e sugeri-la ao marido. 
Vinha esse senso marcado por um acentuado amor, que desde logo desenvolveu, pela terra e pela gente do Brasil.Dona Leopoldina teve um papel decisivo na nossa Independência. Em agosto de 1822, os brasileiros já estavam cientes que Portugal pretendia chamar D. Pedro de volta, rebaixando o Brasil, de Reino Unido para voltar a ser uma simples colônia. Com a eminência uma guerra civil que pretendia separar a Província de São Paulo do resto do Brasil, D. Pedro passou o poder à Dona Leopoldina no dia 13 de Agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil, com todos os poderes legais para governar o país durante a sua ausência e partiu para apaziguar São Paulo.
Neste ínterim, a Princesa Regente recebeu notícias que Portugal estava preparando uma ação contra o Brasil e sem tempo para aguardar a chegada de D. Pedro, Leopoldina, aconselhada pelo Ministro das Relações Exteriores José Bonifácio e usando de seus atributos de chefe interina do governo, reuniu-se na manhã de 2 de Setembro de 1822 com o Conselho de Estado, assinando o Decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. José Bonifácio convocou o oficial de sua confiança, Paulo Bregaro, para levar a sua carta e a de Leopoldina para D. Pedro em São Paulo. Paulo Bregaro encontrou-se com o Príncipe e a sua comitiva nas margens do riacho Ipiranga no dia 7 de setembro.  Das cartas, a mais enfática era de D. Leopoldina:
“O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece”
Ao ler as cartas sobre os acontecidos no Rio, D. Pedro,referendando a medida tomada pela Princesa Regente, proclamou a Independência do Brasil.


Por fim, a Imperatriz não se interessava muito por roupas e enfeites. Mas gastava muito, visto que dava esmolas de sua própria dotação. Terminava por gastar mais do que podia. Após sua morte em 1826, verificou-se que tinha dívidas decorrentes de suas obras de caridade. A Assembleia Legislativa sentiu-se honrada em mandar efetuar os pagamentos desses debitos deixados pela Imperatriz.

O POVO ESQUECE...SERÁ?

RIO DE JANEIRO - ESCOLA IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE




PORTO ALEGRE - ESCOLA DE SAMBA IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA













AIS NOTÍCIAS VÍDEOS E PALESTRAS EM NOSSA PÁGINA PRINCIPAL http://www.circulomonarquicoriodejaneiro.org/ 
NOSSO FACEBOOK 
Junte-se a nós no Facebook Círculo Monárquico do Rio de Janeiro https://www.facebook.com/circulomonarquicodo.riodejaneiro 
AJUDE NA DIVULGAÇÃO DE NOSSO SITE NO "RANKING" DO GOOGLE COM UM CLIQUE NO ÍCONE DO GOOGLE PLUS. APENAS UMA VEZ EM CADA POSTAGEM.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

OBRIGADO PELA VISITA