29 janeiro, 2013

Livraria e loja no site do CMRJ. Fotos da reunião de 23.01.2012

Quanto à  reunião de 23.01.2013 , foi um prazer receber novos membros, que participaram ativamente dos debates. 



 Importantíssimo para todos os monarquistas ou mesmo estudiosos de história é podermos proporcionar agora em nosso site os recursos de Loja e Livraria, através de uma parceira com a livraria virual MAGESTATIS, do Sr. Jean Tamazato, do portal Monarquia 21


Abaixo, uma pequena mostra do variado acervo



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22 janeiro, 2013

O QUE PESOU MESMO CONTRA A PRINCESA ISABEL FOI O FATO DELA SER MULHER

3ª PARTE 
Na reportagem da revista ISTO É sobre a polêmica em torno da beatificação da Princesa Isabel publicam inclusive que, como um dos motivos que pesariam contra a sua beatificação, seria seu despreparo político e sua futilidade, pois ela ia a festas com vestidos elegantes e jóias. Mas isto era uma obrigação dela como princesa. Mas, para esclarecer melhor,  temos o vídeo da palestra da Profª. Maria de Fátima Moraes Argon, historiadora e pesquisadora do Instituto Histórico de Petrópolis, a respeito da Princesa Isabel e seu cotidiano:


A PRINCESA ISABEL EM CARNE E OSSO



INFORMAÇÕES DA PROFESSORA, HISTORIADORA E PESQUISADORA  NA PALESTRA ACIMA, NA BIBLIOTECA NACIONAL, QUE DESMENTEM A  REVISTA "ISTO É":

AO CONTRÁRIO DA EUROPA, ONDE MULHERES FORAM GRANDES RAINHAS DESDE O SÉC. XVI (ELIZABETH I,  CATARINA, A GRANDE)  NO BRASIL DAQUELA ÉPOCA, CULTURALMENTE, NÃO ERA ADMISSÍVEL UMA MULHER GOVERNAR.
NÃO FOI SÓ UMA QUESTÃO POLÍTICA, DESPREPARO, ETC. 
O QUE PESOU MUITO CONTRA ELA FOI O FATO DE SER MULHER.

- 1)  - A PRINCESA ISABEL PODERIA SER CONSIDERADA INEXPERIENTE, (APESAR DOS PERÍODOS DE REGÊNCIA QUASE 4 ANOS  QUANDO D.PEDRO II ESTAVA AUSENTE) , MAS TINHA TOTAL CAPACIDADE INTELECTUAL. TANTO A PRINCESA ISABEL, COMO SUA IRMÃ LEOPOLDINA, RECEBERAM EDUCAÇÃO ESMERADA, EXTREMAMENTE SEVERA, INCLUINDO MATÉRIAS DE INTERESSE MASCULINO E  ARTES, POIS AMBAS  AS PRINCESAS FORAM EDUCADAS PARA SEREM CHEFES DE ESTADO. CASO ALGO ACONTECESSE À ISABEL, LEOPOLDINA  TAMBÉM TINHA QUE ESTAR PREPARADA PARA OCUPAR O TRONO. DEDICOU-SE TAMBÉM ÀS ARTES, O QUE SEMPRE FEZ PARTE DA EDUCAÇÃO DE PRÍNCIPES ATÉ OS DIAS DE HOJE

- 2)  - SE INTERFERIA POUCO EM ASSUNTOS POLÍTICOS QUANDO D. PEDRO II ESTAVA PRESENTE, ISSO ERA NORMAL,  POIS ISSO SERIA DAR-LHE ESPAÇO PARA OPINAR E QUESTIONAR AS DECISÕES NO PAI, ATÉ COM POSSÍVEIS DISCORDÂNCIAS.

A postagem acima é a terceira parte de dois artigos postados anteriormente:
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1º ARTIGO
A polêmica sobre a beatificação da Princesa Isabel e a Lei de Gerson
Recebi de Felipe Ferreira Klein o comentário  que publiquei abaixo da referida postagem:
"Quando você diz "SÓ QUE ISTO É UMA MÃO DE DUAS VIAS! OS AGNÓSTICOS, ATEUS, EVANGÉLICOS, PROTESTANTES, ADVENTISTAS, KARDECISTAS, UMBANDISTAS E JORNALISTAS NÃO TÊM NADA QUE SE METER COM AS DECISÕES INTERNAS DO VATICANO A RESPEITO DE BEATIFICAÇÕES. O VATICANO É E SEMPRE FOI SOBERANO", você dá entender que qualquer não-católico não tem o direito de se manifestar sobre isso. Não estão se interferindo, apenas dando sua opinião, que inevitavelmente virá de uma base ideológica. Apoio o fato de que esta decisão cabe apenas à Igreja Católica, mas não nos esqueçamos de uma das coisas que D. Pedro II tanto respeitou, a liberdade de pensamento. Acredito que não podemos dizer que os contrários à isto não detêm o direito de dar sua opinião sobre o caso ou que a opinião deles simplesmente é ridícula, é apenas outra opinião (está errada, mas ainda sim não pode ser apontada como ridícula). Se passarmos a militar para tentar calar a boca de qualquer um que fale mal da monarquia, estaríamos fazendo algo em A polêmica sobre a beatificação da Princesa Isabel e a Lei de Gerson:
Bem, excelente oportunidade para um aprofundamento da questão. Em 2010 publiquei em outro blog 2010 o texto:
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2º ARTIGO COMO A REPÚBLICA DESQUALIFICA O PASSADO MONÁRQUICO BRASILEIRO (o título é meu)
Em entrevista a Pedro Paulo Sanches, (IG – Último Segundo - especial) Laurentino Gomes elucida vários pontos sobre a memória histórica brasileira, entre eles: 
"Os brasileiros acham que D. Pedro I, depois de abdicar do trono evaporou no ar. Não: ele voltou para Portugal para enfrentar o irmão numa guerra e venceu, tendo tudo contra: 7 mil soldados, enquanto o irmão tinha 80 mil. Revelou-se um general brilhante, que passava as noites nas trincheiras ao lado dos soldados. Morreu em seguida, porque a guerra contra o irmão destruiu a sua saúde. Passou para a história de uma forma meio pejorativa, como se fosse apenas boêmio e autoritário. Em parte era, mas foi também um grande transformador do Brasil e de Portugal. Outorgou ao Brasil em 1824 uma das Constituições mais liberais do mundo na época.
Mas existe um esforço de desqualificação da história. E não é recente: o livro de Paulo Setúbal, “As Maluquices do Imperador” (de 1927), já tinha esse viés de desqualificar o passado. Dom Pedro tinha defeitos, como todos os seres humanos, mas é um príncipe que fez nossa Independência aos 23 anos, governou o Brasil em meio a uma crise pavorosa, e depois voltou a Portugal e recuperou o trono que o irmão tinha usurpado.
Mas houve uma ruptura fortíssima no processo político, que é a Proclamação da República. Isso só aconteceu no Brasil. Nos outros países da América, os “pais da pátria” são os mesmos, fizeram a independência e criaram a república. No Brasil, não. Durante 77 anos houve uma monarquia que celebrava seus heróis, e aí vem uma república que rompe com esse modelo. Ela precisa se legitimar, então o que faz? Desqualifica o período anterior. Todos os heróis da monarquia são desqualificados de propósito pela república. Dom João VI vira um bobalhão comedor de franguinhos, Dom Pedro é um sujeito devasso. E aí começa outra construção mitológica, republicana. Acham um sujeito chamado Tiradentes, que passa mais de 100 anos incógnito na história do Brasil, porque tinha sido executado pela monarquia. É uma construção muito bem-sucedida, apela ao imaginário religioso do povo, associando Tiradentes a Jesus Cristo.
É preciso entender as condições adversas enfrentadas por Dom João VI quando chega e cria o Estado brasileiro: havia apenas uma pequena elite ilustrada, e uma grande “geleia geral” constituída por escravos, analfabetos, pobres, mestiços, índios, mulatos, gente completamente despreparada e à margem de qualquer oportunidade.
Mas esse espírito de “viralatismo” do Brasil de hoje se projeta na história também: nossos heróis são “vira-latas”, nossa origem portuguesa é “vira-lata”. É como se a colonização portuguesa fosse pior que a média das outras colonizações, o que é tolice, porque colonização é colonização em qualquer lugar do mundo. Há no passado grandes virtudes, por isso a chamada de capa do “1822” é: “como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram Dom Pedro I a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado”. Aí você vira para a contracapa: “…e no entanto deu certo”. O país podia ter se inviabilizado na independência, a chance de dar errado era muito maior do que de dar certo.
Não dá para dizer que a culpa da corrupção é de Portugal, é só o que faltava, estamos conduzindo este país há 200 anos e vamos dizer que o culpado é português? Também não é verdade que a origem colonial defina de modo automático o sucesso ou o fracasso de um país. A África do Sul foi colonizada por ingleses e holandeses e deu no país mais racista do mundo. O Haiti, colonizado por franceses, é hoje o país mais pobre do mundo. Congo, colonizado por belgas, está mergulhado em guerra civil, mesma coisa da Etiópia e da Somália, que foram colonizadas por italianos. É essa síndrome do “viralatismo” que faz com que Portugal “pague o pato”.
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Outro exemplo quase surrealista do esforço de desqualificar a monarquia foi uma postagem que está sob a forma de um vídeo que criei:
Chama-se: O HINO BANIDO PELA REPÚBLICA


De todas as postagens foi a que mais recebeu comentários indignados.


REUNIÃO AMANHÃ, 4ª FEIRA, 23



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20 janeiro, 2013

A Beatificação da Princesa Isabel e a desqualificação do passado monárquico brasileiro


Há 3 dias publiquei uma postagem:
A polêmica sobre a beatificação da Princesa Isabel e a Lei de Gerson
Recebi de Felipe Ferreira Klein o comentário  que publiquei abaixo da referida postagem:
"Quando você diz "SÓ QUE ISTO É UMA MÃO DE DUAS VIAS! OS AGNÓSTICOS, ATEUS, EVANGÉLICOS, PROTESTANTES, ADVENTISTAS, KARDECISTAS, UMBANDISTAS E JORNALISTAS NÃO TÊM NADA QUE SE METER COM AS DECISÕES INTERNAS DO VATICANO A RESPEITO DE BEATIFICAÇÕES. O VATICANO É E SEMPRE FOI SOBERANO", você dá entender que qualquer não-católico não tem o direito de se manifestar sobre isso. Não estão se interferindo, apenas dando sua opinião, que inevitavelmente virá de uma base ideológica. Apoio o fato de que esta decisão cabe apenas à Igreja Católica, mas não nos esqueçamos de uma das coisas que D. Pedro II tanto respeitou, a liberdade de pensamento. Acredito que não podemos dizer que os contrários à isto não detêm o direito de dar sua opinião sobre o caso ou que a opinião deles simplesmente é ridícula, é apenas outra opinião (está errada, mas ainda sim não pode ser apontada como ridícula). Se passarmos a militar para tentar calar a boca de qualquer um que fale mal da monarquia, estaríamos fazendo algo em A polêmica sobre a beatificação da Princesa Isabel e a Lei de Gerson:
Bem, excelente oportunidade para um aprofundamento da questão. Em 2010 publiquei em outro blog 2010 o texto:
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COMO A REPÚBLICA DESQUALIFICA O PASSADO MONÁRQUICO BRASILEIRO (o título é meu)
Em entrevista a Pedro Paulo Sanches, (IG – Último Segundo - especial) Laurentino Gomes elucida vários pontos sobre a memória histórica brasileira, entre eles: 
"Os brasileiros acham que D. Pedro I, depois de abdicar do trono evaporou no ar. Não: ele voltou para Portugal para enfrentar o irmão numa guerra e venceu, tendo tudo contra: 7 mil soldados, enquanto o irmão tinha 80 mil. Revelou-se um general brilhante, que passava as noites nas trincheiras ao lado dos soldados. Morreu em seguida, porque a guerra contra o irmão destruiu a sua saúde. Passou para a história de uma forma meio pejorativa, como se fosse apenas boêmio e autoritário. Em parte era, mas foi também um grande transformador do Brasil e de Portugal. Outorgou ao Brasil em 1824 uma das Constituições mais liberais do mundo na época.
Mas existe um esforço de desqualificação da história. E não é recente: o livro de Paulo Setúbal, “As Maluquices do Imperador” (de 1927), já tinha esse viés de desqualificar o passado. Dom Pedro tinha defeitos, como todos os seres humanos, mas é um príncipe que fez nossa Independência aos 23 anos, governou o Brasil em meio a uma crise pavorosa, e depois voltou a Portugal e recuperou o trono que o irmão tinha usurpado.
Mas houve uma ruptura fortíssima no processo político, que é a Proclamação da República. Isso só aconteceu no Brasil. Nos outros países da América, os “pais da pátria” são os mesmos, fizeram a independência e criaram a república. No Brasil, não. Durante 77 anos houve uma monarquia que celebrava seus heróis, e aí vem uma república que rompe com esse modelo. Ela precisa se legitimar, então o que faz? Desqualifica o período anterior. Todos os heróis da monarquia são desqualificados de propósito pela república. Dom João VI vira um bobalhão comedor de franguinhos, Dom Pedro é um sujeito devasso. E aí começa outra construção mitológica, republicana. Acham um sujeito chamado Tiradentes, que passa mais de 100 anos incógnito na história do Brasil, porque tinha sido executado pela monarquia. É uma construção muito bem-sucedida, apela ao imaginário religioso do povo, associando Tiradentes a Jesus Cristo.
É preciso entender as condições adversas enfrentadas por Dom João VI quando chega e cria o Estado brasileiro: havia apenas uma pequena elite ilustrada, e uma grande “geleia geral” constituída por escravos, analfabetos, pobres, mestiços, índios, mulatos, gente completamente despreparada e à margem de qualquer oportunidade.
Mas esse espírito de “viralatismo” do Brasil de hoje se projeta na história também: nossos heróis são “vira-latas”, nossa origem portuguesa é “vira-lata”. É como se a colonização portuguesa fosse pior que a média das outras colonizações, o que é tolice, porque colonização é colonização em qualquer lugar do mundo. Há no passado grandes virtudes, por isso a chamada de capa do “1822” é: “como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram Dom Pedro I a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado”. Aí você vira para a contracapa: “…e no entanto deu certo”. O país podia ter se inviabilizado na independência, a chance de dar errado era muito maior do que de dar certo.
Não dá para dizer que a culpa da corrupção é de Portugal, é só o que faltava, estamos conduzindo este país há 200 anos e vamos dizer que o culpado é português? Também não é verdade que a origem colonial defina de modo automático o sucesso ou o fracasso de um país. A África do Sul foi colonizada por ingleses e holandeses e deu no país mais racista do mundo. O Haiti, colonizado por franceses, é hoje o país mais pobre do mundo. Congo, colonizado por belgas, está mergulhado em guerra civil, mesma coisa da Etiópia e da Somália, que foram colonizadas por italianos. É essa síndrome do “viralatismo” que faz com que Portugal “pague o pato”.
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Outro exemplo quase surrealista do esforço de desqualificar a monarquia foi uma postagem que está sob a forma de um vídeo que criei:
Chama-se: O HINO BANIDO PELA REPÚBLICA


De todas as postagens foi a que mais recebeu comentários indignados.

Na reportagem da revista ISTO É publicam inclusive que, como um dos motivos que pesariam contra a sua beatificação, seria seu despreparo político e sua futilidade, pois ela ia a festas com vestidos elegantes e jóias. Mas isto era uma obrigação dela como princesa. Mas, para esclarecer melhor,  temos o vídeo da palestra da Profª. Maria de Fátima Moraes Argon, historiadora e pesquisadora do Instituto Histórico de Petrópolis, a respeito da Princesa Isabel e seu cotidiano:

A PRINCESA ISABEL EM CARNE E OSSO


INFORMAÇÕES DA HISTORIADORA QUE DESMENTEM A  REVISTA
 "ISTO É":

AO CONTRÁRIO DA EUROPA, ONDE MULHERES FORAM GRANDES RAINHAS DESDE O SÉC. XVI (ELIZABETH I,  CATARINA, A GRANDE)  NO BRASIL DAQUELA ÉPOCA, CULTURALMENTE, NÃO ERA ADMISSÍVEL UMA MULHER GOVERNAR.NÃO FOI SÓ UMA QUESTÃO POLÍTICA, DESPREPARO, ETC. 
O QUE PESOU MUITO CONTRA ELA FOI O FATO DE SER MULHER.

- 1)  - A PRINCESA ISABEL PODERIA SER CONSIDERADA INEXPERIENTE, (APESAR DOS PERÍODOS DE REGÊNCIA QUASE 4 ANOS  QUANDO D.PEDRO II ESTAVA AUSENTE) , MAS TINHA TOTAL CAPACIDADE INTELECTUAL. TANTO A PRINCESA ISABEL, COMO SUA IRMÃ LEOPOLDINA, RECEBERAM EDUCAÇÃO ESMERADA, EXTREMAMENTE SEVERA, INCLUINDO MATÉRIAS DE INTERESSE MASCULINO E  ARTES, POIS AMBAS FORAM EDUCADAS PARA SEREM CHEFES DE ESTADO. CASO ALGO ACONTECESSE À ISABEL E LEOPOLDINA  TAMBÉM TINHA QUE ESTAR PREPARADA PARA OCUPAR O TRONO. DEDICOU-SE TAMBÉM ÀS ARTES, O QUE SEMPRE FEZ PARTE DA EDUCAÇÃO DE PRÍNCIPES ATÉ OS DIAS DE HOJE

- 2)  - SE INTERFERIA POUCO EM ASSUNTOS POLÍTICOS QUANDO D. PEDRO II ESTAVA PRESENTE, ISSO FOI PROPOSITAL E PARTE DE UM ACORDO TÁCITO,  POIS ISSO SERIA DAR-LHE ESPAÇO PARA OPINAR E QUESTIONAR AS DECISÕES NO PAI, COM POSSÍVEIS DISCORDÂNCIAS INDESEJÁVEIS.

PRÓXIMA REUNIÃO: 4ª FEIRA, 23 DE JANEIRO

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17 janeiro, 2013

A polêmica sobre a beatificação da Princesa Isabel e a Lei de Gerson

Anos atrás o ex-jogador de futebol Gérson fez um comercial de TV de cigarros e, com um sorriso malandro, terminava com a seguinte frase: “O negócio é levar vantagem em tudo”. Pegou mal! Muitos brasileiros tomaram a consciência de um defeito nacional, como quem se olha em um espelho e reconhece algo de que se envergonha. O fato é que parece que  Gérson virou motivo de piada, e mais tarde teria dito que se arrependia profundamente de ter feito aquele comercial de TV, pois foi a pior coisa que tinha feito na vida etc. A triste frase foi incorporada à nossa linguagem coloquial como sinônimo de "esperteza bem ao jeitinho brasileiro". 
Bem, o que tem isso a haver com o processo de beatificação da Princesa Isabel? Aparentemente nada, mas se olharmos com mais atenção veremos que TUDO!
O governo brasileiro anda lançando um pacote com todo tipo de leis as mais paradoxais possíveis: liberação de maconha, proibição de cigarro (em locais públicos fechados), a mulher pode evitar a maternidade através do aborto, mas o homem não pode evitar  a paternidade forçada devido ao DNA, sendo obrigado a sustentar filhos que jamais  imaginou vir a ter, e outras leis das quais grupos religiosos reclamam. E por que? Por que vivemos em uma sociedade moderna, laica, secular, em que é SAGRADA A SEPARAÇÃO ENTRE IGREJA E ESTADO.  Ou seja, qualquer cidadão brasileiro não católico pode dizer: O que o Vaticano ditar como norma de conduta não tem valor para mim. Não sou católico e pronto! A liberdade de culto e a  divisão entre igreja e Estado é garantida pela Constituição. 
Por isso proliferam tantas igrejas cristãs das mais variadas denominações (dizem que nos EUA são mais de 23 mil), que não aceitam o Vaticano, e a Católica, que se mantém fiel ao Papa. O Papa Leão XIII deu em vida à Princesa Isabel a famosa “Rosa de Ouro”, comenda de altíssimo valor, dada  à pessoa que fez algo que foi MOTIVO DE JÚBILO PARA A IGREJA CATÓLICA, sendo a Princesa Isabel a única personalidade brasileira a tê-la recebido. Foi doada por Dom Pedro Henrique,  falecido pai da atual geração de príncipes da Família Imperial Brasileira à Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro. 


Dona Maria da Baviera e a Rosa de Ouro

Mas isso...ora, isso já faz muito tempo! Sim, porque o nosso tempo também corre de modo especial  e isso também já foi retratado em outro anúncio de TV: "Compre agora e pague em janeiro, porque até janeiro...dinheiro pinta!" Se alguns meses é um longo tempo "financeiramente"  para os brasileiros, o que aconteceu 1888 é para nós uma eternidade. Enfim, o povo já havia esquecido a Rosa de Ouro dada pela Papa Leão XIII, mas a Princesa, nem tanto. Afinal ela foi eleita a maior mulher brasileira de todos os tempo em programa do SBT. 

MAS AGORA... BEATIFICAÇÃO! ENTÃO OS BRASILEIROS TIVERAM UMA SANTA NO PODER E FIZERAM O QUE? EXILARAM A SANTA!!  QUE COISA!

Talvez muitos os brasileiros voltem a  se olhar no espelho, em dolorosa introspecção.
Eu,  por exemplo, poderia especular que a beatificação da Princesa Isabel pode não interessar nem mesmo aos políticos da atual República, pois envergonharia o passado republicano, que, ao longo de inúmeras "quarteladas" nunca conseguiu criar grandes heróis, muito menos santos.
Hoje Tiradentes está sendo desmistificado até por anti-monarquistas. Mas precisavam tanto de um mártir para dar alguma moral ao golpe, que fizeram retratar Tiradentes com longos cabelos e barbas,  um tanto semelhante a Jesus, quando em qualquer prisão, a primeira coisa que se fazia era raspar a cabeça e barba do preso, e assim ele ficava no presídio.
Senhores, perdoai-me digressão. Voltando à questão anterior: o mérito da beatificação da Princesa Isabel, pela Constituição, deve ficar  rigorosamente a critério interno de cada um.  Para os ateus ou não católicos, É  OU DEVERIA SER, INDIFERENTE, POIS, AFINAL TEMOS LIBERDADE DE CULTO COM SEPARAÇÃO TOTAL ENTRE IGREJA E ESTADO.  
SÓ QUE ISTO É UMA MÃO DE DUAS VIAS! OS AGNÓSTICOS, ATEUS, EVANGÉLICOS, PROTESTANTES, ADVENTISTAS, KARDECISTAS, UMBANDISTAS E JORNALISTAS  NÃO TÊM NADA QUE SE METER COM AS DECISÕES INTERNAS DO VATICANO A RESPEITO DE BEATIFICAÇÕES. O VATICANO É E SEMPRE FOI SOBERANO, INCLUSIVE COM SUA PRÓPRIA GUARDA SUÍÇA.  Hitler invadiu a maior parte da Europa, mas não invadiu o Vaticano, embora detestasse a religião cristã.
 Se não admitem interferências da Igreja em suas vidas privadas, também não poderiam se sentir no direito de fazer sequer a mínima crítica pública a assuntos internos da Igreja Católica e do Vaticano. Mas fazem, inclusive para publicação em revistas, como no caso da ISTO É, incorporada abaixo. 
Aí é que entra a Lei de Gérson: dois pesos e duas medidas, manipulando princípios, regras de conduta e leis,  do jeito que me convém, contanto que  no geral o resultado  fique a meu favor.
Pela liberdade de culto e separação de Igreja e Estado,  a Igreja Católica tem a liberdade de beatificar quem achar que merece, e a sociedade laica, secular ou outros grupos, religiosos ou não, historiadores, grupos de defesa dos direitos dos negros ou jornalistas,  não têm nada que se meter ou polemizar publicamente o assunto. E quando o fazem, além de desrespeitar  a Constituição, acabam falando bobagem, pela falta total de preparo teológico.
O PRIMEIRO SANTO CATÓLICO DO MUNDO FOI UM LADRÃO QUE SÓ SE ARREPENDEU NA HORA DA MORTE. Jesus Cristo, na cruz, santificou este ladrão em seus últimos momentos de vida: São Dimas, protetor dos pobres agonizantes, daqueles cuja conversão na última hora parece mais difícil. Entregam a São Dimas a proteção de casas e propriedades contra ladrões. Invocam-no nas causas difíceis, em negócios financeiros, para regeneração de bêbados, jogadores e ladrões. É protetor dos presos e das penitenciárias, dos carroceiros e condutores de veículos. 
A Igreja Católica celebra dia 25 de março como dia de São Dimas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/São_Dimas
Será que muita gente sabe disso? Duvido muito. PREFEREM USAR A ESPERTA LEI DE GÉRSON, LEVAR VANTAGEM EM TUDO, NA MANEIRA COMO TECEM SUAS ARGUMENTAÇÕES, IGNORANDO QUE SEPARAÇÃO ENTRE IGREJA E ESTADO É UMA VIA DE DUAS MÃOS: "A IGREJA NÃO PODE INTERFERIR EM MINHA VIDA PESSOAL, MAS EU POSSO ME IMISCUIR NOS ASSUNTOS INTERNOS DA IGREJA, INCLUSIVE CRITICAR  PROCESSOS DE BEATIFICAÇÃO", sem estudar os antigos, longos e rigorosíssimos processos da Igreja Católica, que incluem ATÉ A FIGURA DO PROMOTOR DA FÉ, POPULARMENTE CONHECIDO COMO "ADVOGADO DO DIABO", CUJA FUNÇÃO É FAZER TUDO PARA "DERRUBAR" O PROCESSO, AO INVESTIGAR A FUNDO TUDO QUE HOUVER DE NEGATIVO NA VIDA DO CANDIDATO, AO LONGO DE TODA SUA VIDA. E se isto não é suficiente, existe ainda a conhecida frase a respeito de santidade:
“DEUS NÃO ESCOLHE OS CAPACITADOS, MAS CAPACITA OS ESCOLHIDOS”. Justamente por isso existem casos como o de Santa Madalena, e do advogado judeu Saulo de Tarso, cidadão romano, que não só perseguiu os primeiros cristãos, mas incitou em praça pública a morte por apedrejamento de Santo Estêvão (primeiro mártir cristão), e mais tarde se tornou São Paulo, pilar maior da Igreja Católica, cujas cartas até hoje são mais lidas nas missas diárias do que as de qualquer outro santo.

 Projeto de indenização aos escravos by Claudia Virmond Madeira


A GUARDA NEGRA QUE QUERIA GARANTIR O 3º REINADO À PRINCESA ISABEL
A Guarda Negra e seu culto à Princesa Isabel 


Carta do Papa Leão XIII à Princesa Isabel, enviada com a Rosa de Ouro by Círculo Monárquico do Rio de Janeiro


DEPOIMENTOS DA ÉPOCA

A Princesa Isabel financiava a alforria de ex-escravos com seu próprio dinheiro e apoiava a comunidade do Quilombo do Leblon, que cultivava camélias brancas, símbolo do abolicionismo. Chegava mesmo a receber fugitivos em sua residência em Petrópolis:"A Princesa Isabel também protegia fugitivos em Petrópolis. Temos sobre isso o testemunho insuspeito do grande abolicionista André Rebouças, que tudo registrava em sua caderneta implacável. Só assim podemos saber hoje, com dados precisos, que no dia 4 de maio de 1888, “almoçaram no Palácio Imperial 14 africanos fugidos das Fazendas circunvizinhas de Petrópolis”. E mais: todo o esquema de promoção de fugas e alojamento de escravos foi montado pela própria Princesa Isabel. André Rebouças sabia de tudo porque estava comprometido com o esquema. O proprietário do Hotel Bragança, onde André Rebouças se hospedava, também estava comprometido até o pescoço, chegando a esconder 30 fugitivos em sua fazenda, nos arredores da cidade. O advogado Marcos Fioravanti era outro envolvido, sendo uma espécie de coordenador geral das fugas. Não faltava ao esquema nem mesmo o apoio de importantes damas da corte, como Madame Avelar e Cecília, condessa da Estrela, companheiras fiéis de Isabel e também abolicionistas da gema. Às vésperas da Abolição final, conforme anotou Rebouças, já subiam a mais de mil os fugitivos “acolhidos” e “hospedados” sob os auspícios de Dona Isabel. Eram tensas as relações entre a Regente e o Gabinete ministerial conservador. O  Barão de Cotegipe defendia a manutenção da escravidão. Aproveitando-se da oportunidade oferecida por um incidente de rua, Isabel demitiu o ministério e nomeou o conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira , demonstrando determinação política e convicção do que considerava o melhor para o País.

APÓS A ASSINATURA DA LEI ÁUREA, PERGUNTOU AO BARÃO DE COTEGIPE: “ENTÃO, GANHEI OU NÃO A BATALHA? O BARÃO RESPONDEU:”A SENHORA LIBERTOU UMA RAÇA, MAS VAI PERDER O TRONO”.  
A PRINCESA ISABEL LHE DISSE:
 “MIL TRONOS EU TIVESSE, MIL TRONOS EU DARIA PARA LIBERTAR OS ESCRAVOS DO BRASIL”.
Se você é católico e/ou monarquista, divulgue aos 4 ventos esta reportagem da Revista "Isto É", ridícula  na forma, pois não resiste a 1 minuto de análise séria, mas, nas entrelinhas, eivada de conteúdo malicioso e até mentiroso:os republicanos não eram populares, caso contrário teriam eleito mais do que apenas 2 deputados de seu partido, que desfrutava de total legalidade no 2º Reinado.


Próxima reunião, 4ª feira, 23/01

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07 janeiro, 2013

A Reabilitação dos Romanov e o Renascimento religioso na Rússia

A Grã-Duquesa Maria Vladimirovna é a atual Chefe a Família Imperial Russa. Lutou pela reabilitação legal e oficial do nome da família Romanov, cujos membros já haviam sido canonizados como mártires pela Igreja Ortodoxa Russa. Muito atuante,  atingiu seu objetivo. No vídeo explica suas razões e vemos trechos das inúmeras viagens que faz a Rússia e seu contato com os russos atuais.







A Grã-Duquesa Maria Vladimirovna,  foi eleita "Personalidade do Ano"  pelo Instituto Biográfico em Moscou, por seu trabalho abnegado no campo da cultura, educação e filantropia, relacionando-o também ao 400 º aniversário da dinastia Romanov em 2013.  O Prêmio  foi criado em 1993, e sua principal tarefa tem sido o estudo da sociedade russa através do prisma de seus representantes mais proeminentes. O prêmio é concedido a cidadãos dignos da Federação Russa, e em alguns casos de outros países, por realizações proeminentes e contribuição para o desenvolvimento da Rússia nas áreas da religião, política, economia, educação, ciência, cultura, medicina, esportes, etc.

Porque Nicolau II foi chamado de “Sangrento”.

O Domingo Sangrento foi um massacre que aconteceu em 1905, em São Petersburgo, onde manifestantes ditos pacíficos marcharam para apresentar uma petição ao czar Nicolau II.  A marcha foi organizada pelo padre Gapon. Os manifestantes caminharam através das ruas, levando cruzes, ícones e estandartes religiosos, outras bandeiras nacionais e retratos do Tsar. Enquanto caminhavam cantavam hinos religiosos e o Hino Imperial Deus Salve o Czar. Os diversos cortejos deviam chegar ao Palácio de Inverno às duas da tarde. Não havia confrontação com as tropas. Ao chegarem ao Palácio, os manifestantes, segundo a versão tradicional, encontraram o caminho bloqueado por  linhas de infantaria e os soldados abriram fogo contra a multidão. O número oficial de vítimas foi 92 mortos e centenas de feridos. Gapon desapareceu e outros chefes da marcha foram apanhados. Apesar do Tsar não estar presente no Palácio de Inverno neste dia, levou a culpa pelas mortes.

A EXPLICAÇÃO DO PROTO-DIÁCONO ANDREY KURAEV
Abaixo o vídeo em russo legendado do Padre  Proto-Diácono  Andrey Kuraev ,  ex-ateu,  teólogo, Mestre  em Filosofia e Ciências.  É  o mais conhecido e popular dos padres russos atuais, por ser  considerado extremamente culto, intelectualizado e  ativista. É  professor da Universidade de Moscou. Mantém um blog muito acessado, sem nenhum tipo de censura, onde permite  até insultos pessoais. Sua cultura e erudição são famosas na Rússia atual. Por isso é de longe o mais convidado de todos os padres russos para participar de debates televisivos que envolvem polêmicas sobre religião e costumes. Tem programa de rádio e suas palestras são muito concorridas. Todos o consideram um debatedor brilhante, quase invencível. 


Apesar da diferença de contexto, se no Domingo Sangrento foram mortos 90 ou 1000, em Canudos foram mortos 20 mil pela recém-inaugurada república brasileira, sem perder de vista que em Canudos havia resistência armada.

O RENASCIMENTO RELIGIOSO NA RÚSSIA

A RECONSTRUÇÃO DA IGREJA DO CRISTO SALVADOR



Tour Virtual 360º maravilhoso dos interiores e exterior da Catedral
http://www.360pano.eu/xxc/
(ASSISTA EM TELA CHEIA)

O RENASCIMENTO DA PINTURA ICONOGRÁFICA 



O RESSURGIMENTO DOS COROS MASCULINOS "A CAPELLA" COM BAIXOS SUPER-PROFUNDOS



O FESTIVAL INTERNACIONA DA CULTURA ORTODOXA "DIAS IMPERIAIS"




A Igreja Ortodoxa Russa, que promove anualmente um festival religioso-cultural chamado "Dias Imperiais", ao qual acorrem milhares de pessoas de toda a Rússia e do exterior. O ponto alto é a vígília de noite inteira na "Catedral do Sangue Derramado" no dia do aniversário do massacre da Família Romanov. Quando clareia o dia, juntam-se a milhares de pessoas para uma caminhada de 4 quilômetros para outra cerimônia. O festival dura vários dias,  com palestras, exposições, concertos, toca de sinos, peças de teatro, entre outros eventos.







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03 janeiro, 2013

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