14 março, 2013

HABEMUS PAPAM


Por que o CMRJ deveria se pronunciar a respeito da eleição de um novo Papa?
Aparentemente, nenhum pronunciamento deveria ser feito por nós, na medida em que não é objetivo do CMRJ pronunciar-se sobre assuntos religiosos.
Em primeiro lugar, não somos teólogos e não discutimos assuntos religiosos, uma vez que o objetivo da instituição não é discutir religião, seja ela qual for.
Segundo, não somos especialistas!
Mas então por que eleger este assunto?
O que nos interessa aqui é analisar com que tranquilidade a eleição se dá.
Dá-se longe da influências de campanhas.
Dá-se longes das pressões e especulações da mídia.
É como uma eleição de um monarca.
Não se dá pela simpatia do povo, não se dá por pressões da mídia, por pressões politicas ou por populismo irresponsável.
Dá-se pelo voto dos melhores.
Tudo se faz com serenidade. Claro que com entendimentos. Mas quem são os eleitores?
São homens experientes. Experiência adquirida pelo período de toda uma vida!
Não são eleitores "compráveis".
Há facções? Sim há! Mas as facções são de verdadeiros pensadores. Os cardeais não são homens comuns. São uma elite!
A nata, a aristocracia, entendida no seu verdadeiro significado semântico: os melhores.
É democrática esta eleição?
Sim, porque qualquer um pode ser leito Papa, mesmo não sendo cardeal.
É aristocrática? Sim, porque os eleitores são os melhores.
É monáquica ? Sim, porque elege-se um monarca.
Aí se encontram as três formas de governo perfeitamente sintetizadas. A Monarquia, a Aristocracia e a Democracia. As três perfeitamente harmônicas, sem nenhum embate.
Uma vez escolhido o monarca, cessa toda disputa já que a aristocracia e a democracia se desincumbiram de sua função. Passam à próxima etapa! A de servir ao novo monarca, que é extraordinariamente aquele que está para servir a todos: aos aristocratas e ao povo.
Belo título: Servo dos Servos de Deus.
Sem traumas viu-se hoje, na praça de São Pedro, uma multidão atenta e em expectativa.
Em expectativa estava também uma outra multidão atenta às redes de televisões, rádios e mais um sem número de meios modernos de comunicação de bolso como o telefone celular.
Não importava quem chegaria ao balcão da catedral. Ele seria o novo Papa e seria, como foi aclamado pela multidão
Por que então o CMRJ vem falar sobre a eleição papal?
Porque as monarquias são assim: tudo se desenrola com naturalidade, serenidade e, o que mais extraordinário,  em grande grade alegria.
Estas palavras vão apenas como reflexão.
Não temos a menor intenção de análise sobre o futuro da Igreja. Apenas nos restringimos à forma de como as coisas se passam.
As monarquias são assim. Nelas não há traumas nem para o Estado, nem para o povo.

Ohannes Kadberian,
Chanceler do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro

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