20 fevereiro, 2013

D.Pedro e imperatrizes exumados por arqueóloga


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Cientista brasileira realizou uma exumação inédita: uma pesquisa nos restos mortais de dom Pedro I, o primeiro imperador brasileiro, e também em suas duas mulheres - as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia.

A arqueóloga, Profª Valdirene do Carmo Ambiel já havia proferido palestra sobre seu trabalho no XXII Encontro Monárquico, no Rio de Janeiro, em 30/06/2012.

Uma das principais revelações foi encontrada nos restos mortais de Dona Amélia de Leuchtenberg, segunda mulher de Dom Pedro I, é a de que ela foi mumificada - um dado até aqui desconhecido de sua biografia. A imperatriz morreu em 1876, na cidade de Lisboa, os restos mortais foram trazidos à cripta do Ipiranga em 1982. No caso de Dona Amélia, estão conservados pele e órgãos internos, que chegam a estar intactos. Cabelos, cílios, unhas, globos oculares e órgãos como o útero estão preservados.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, as análises revelaram que Dom Pedro I fraturou quatro costelas ao longo da vida, consequência de dois acidentes - uma queda de cavalo e quebra de carruagem. Isso teria prejudicado um de seus pulmões e, consequentemente, agravado uma tuberculose que causou sua morte aos 36 anos, em 1834. Ele media entre 1,66 m e 1,73 m e foi enterrado com roupas de general.
Os restos mortais de Dona Leopoldina contradizem a história impressa em livros, que aponta que a então imperatriz do Brasil havia fraturado o fêmur após ter sido empurrada por Dom Pedro I de uma escada do palácio Quinta da Boa Vista, então residência da família real, localizada no Rio de Janeiro. No exame, não foram encontradas fraturas.
TRANSPORTE
Um forte esquema de segurança foi montado para o transporte dos corpos. Segundo o Estado de S. Paulo, as urnas funerárias de madrugada desde a cripta imperial, no Parque da Independência, no Bairro do Ipiranga, até o local dos exames, em Cerqueira César, onde, sob sigilo, os esqueletos foram submetidos à ultrassonografias e tomografias.
 
O TRABALHO
A exumação foi realizada em meio ao trabalho de mestrado da arqueóloga e historiadora Valdirene do Carmo Ambiel. Os exames foram realizados em 2012, entre fevereiro e setembro. As negociações para obter a autorização da família para a exumação iniciou em 2012. Especialistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) ajudaram nos exames realizados no Hospital das Clínicas.
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