30 maio, 2012

D. Bertrand, 2º na linha de sucessão, alerta para conspiração contra os valores cristãos



D. Bertrand é decididamente um debatedor sempre brilhante na sua eloquência. Mas espero que esteja errado em um ponto: a maior parte da sociedade brasileira ainda é conservadora. Porém se trata da chamada "maioria silenciosa". Não fazem barulho nas ruas  nem na mídia, mas são seus votos que se impõem na hora das eleições. 

27 maio, 2012

Monarquia X República, por Otto V.Habsburgo - a melhor explanação

Enfocamos aqui o aspecto formal de Estado – a questão monarquia X república – que costuma ser discutido a partir de um ponto de vista mais emocional que racional. O debate gira em torno de argumentos ad hominem. Uns poucos ocupantes de tronos reais de reputação duvidosa são enumerados e apresentados como demonstrativos característicos da monarquia. Os defensores da monarquia não fazem melhor. Apontam políticos profissionais corruptos, dos quais existe um número suficiente, e proclamam que tais são um resultado inevitável da constituição republicana. Nenhum dos dois argumentos é racional. Sempre houve monarquias boas e más, repúblicas boas (como a Suíça) e outras que estão longe de equiparar o mesmo padrão.
Toda instituição humana tem, a princípio, bons e maus aspectos. Enquanto este mundo for habitado por homens, e não por anjos, crimes e erros continuarão a ocorrer . . . Republicanos são afeitos ao reclame de que o regime monárquico subentende o poder da aristocracia. Monarquistas, por outro lado, enumeram as dificuldades econômicas, as cargas tributárias e a interferência do Estado na vida privada, nas repúblicas atuais, e comparam tal estado de coisas com a liberdade e o bom andamento econômico ocorrentes nas monarquias de pré 1914. Nem um nem outro argumento é convincente. Ambos recorrem ao velho artifício midiático de comparar resultados oriundos de causas completamente diferentes. Quem seja honesto comparará monarquias atuais com repúblicas atuais, tornando, assim, evidente que a aristocracia hereditária não ocupa nas monarquias maior parcela das posições de comando que nas repúblicas, e que todos esses estados, qualquer que seja sua forma de governo, são igualmente afetados pelos sérios problemas de nossos dias.
Republicanos costumam, também, aduzir que a monarquia é uma forma de governo pertencente ao passado, ao passo que o republicanismo é algo do futuro. Basta um ligeiro conhecimento de história para refutar tal argumento. Ambas as formas existem desde tempos remotos (embora os períodos monárquicos tenham-se geralmente prolongado consideravelmente mais que os republicanos). Em termos de exemplos, seria um contra-senso considerar instituições como as que vigoraram outrora na velha Grécia, Roma e Cartago, como formas de governo do futuro.
Em termos de discussão objetiva, devemos também pôr essa questão em seu devido lugar, em nossa hierarquia de valores. Não é por acaso que falamos de uma “forma” de governo. Há uma grande diferença entre a “forma” e o “conteúdo” – ou propósito – do estado. Este último é sua essencial raison d’etre, seu verdadeiro espírito. O anterior corresponde à forma corpórea de uma existência viva. Um não pode, certamente, viver sem o outro, mas em uma lúcida hierarquia de valores o espírito ocupa um lugar mais alto que o corpo.
O propósito essencial do estado, seu “conteúdo”, é enraizado numa lei natural. O Estado não é um fim em si mesmo; ele existe em prol de seus cidadãos. Ele não é, portanto, a fonte de toda lei (conceituação, no entanto, ainda amplamente aceita), nem é todo-poderoso. Sua autoridade é circunscrita aos direitos de seus cidadãos. Ele é livre somente para atuar nos campos que estão fora da livre iniciativa dos mesmos. O estado sempre é, portanto, o servidor da lei natural. Sua função é dar efeito prático a essa lei, e nada mais.
Se a missão do Estado é a realização prática de uma lei natural, a forma de governo é um meio pelo qual a comunidade procura alcançar este objetivo. Não é um fim em si mesma. Isto explica a importância relativamente subordinada de sua questão geral. Sem dúvida, é de muita importância a escolha dos meios certos, desde que tal escolha vá determinar se o fim está ou não sendo alcançado. Mas a única coisa permanente na vida política é a lei natural. A busca de realizar tal lei na prática terá frequentemente que levar em consideração as circunstâncias localizadas. Falar numa forma de governo eternamente válida, justa em quaisquer circunstâncias, demonstra ignorância e presunção.
A partir disto, conclui-se que é infrutífero tentar determinar – sobretudo a partir de falsas premissas filosóficas – o valor objetivo de uma ou outra forma de governo. A discussão só será fruitiva se nós tivermos em mente a finalidade que qualquer forma é designada a servir. Esta não é, portanto, uma questão de se investigar que valor associaremos às monarquias ou às repúblicas, como tal. O que temos de perguntar a nós mesmos é que forma oferece as melhores chances de salvaguardar a lei natural, dentro das condições atuais.
Uma vez esclarecido este ponto, podemos passar a dois outros problemas, que têm sido frequentemente introduzidos nesta discussão e ameaçam envenenar a atmosfera geral. Há constante controvérsia sobre a relação entre monarquismo, republicanismo e democracia. Aqui nos deparamos novamente com o turvo pensamento característico da nossa era de slogans e propaganda. O conceito de democracia tornou-se infinitamente elástico. Na Rússia, tal é compatível com liquidações em massa, polícia secreta e campos de trabalho. Na América, por outro lado – e ocasionalmente na Europa – teóricos políticos são frequentemente inábeis para distinguir entre republicanismo e democracia. Além disso, ambas as palavras são usadas para designar concepções e características que fogem ao campo da política e pertencem à esfera econômica e social. Deve, por conseguinte, ficar claro que, falando em termos gerais, democracia quer dizer o direito do povo de participar na determinação de seu próprio desenvolvimento e futuro.
Se aceitamos tal definição, veremos que nenhuma das duas formas clássicas de governo é, por natureza, ligada à democracia. Democracia pode existir dentro de ambas as formas, assim como existem tanto repúblicas quanto monarquias autoritárias. Os monarquistas, realmente, costumam considerar as funções da democracia melhor dentro de uma monarquia que numa república. Se olharmos para a Europa atual, há, certamente, alguma verdade nesse argumento, embora sua validade possa restringir-se a tempo e espaço. Ao mesmo tempo, é preciso observar afora que em pequenos estados que estão fortemente enraizados em suas tradições, tal como a Suíça, democracia e republicanismo podem coexistir com sucesso.
Ainda mais acalorada é a discussão de monarquismo e socialismo, e republicanismo e socialismo. Isto se deve, em grande parte, ao fato de que nos países de língua alemã a grande maioria dos partidos socialistas oficiais são republicanos por condição. Nisto percebemos, entre mentalidades estreitas e pouco preparadas, a crença de que socialismo e monarquismo são elementos incompatíveis. Tal conceito funda uma confusão básica. Socialismo – ao menos em sua forma atual – é essencialmente um programa econômico-social. Nada tem a ver com forma de governo. O republicanismo desse partidos socialistas não emana de seus programas efetivos, mas satisfaz às crenças particulares de seus líderes. Isto é demonstrado pelo fato de que a maior parte da realmente poderosa Europa socialista não é republicana, mas monarquista. É este o caso na Grã-Bretanha, na Escandinávia e na Holanda. Em todos esses países encontramos não apenas excelentes relações entre a Coroa e os socialistas, como também a ninguém poderá escapar a impressão de que uma monarquia provê um melhor lastro para os partidos trabalhistas que uma república. Um dos grandes líderes do Partido Trabalhista Britânico explicou isto como a influência equilibrante e moderadora da Coroa, que dá condições aos socialistas de conduzir seu programa com mais vagar, mais prudência, e, a partir disso, com maior sucesso. Ao mesmo tempo, um dirigente erguido sobre os partidos representa uma satisfatória salvaguarda para a oposição, tal que não é necessário recorrer a meios extremos para recuperar poder. O partido pode aguardar mais calmamente os desenvolvimentos.
Seja isto verdade ou não, os fatos comprovam que não faz sentido desenhar uma linha divisória artificial entre monarquismo e socialismo, ou entre monarquismo e democracia clássica. O mesmo se aplica ao republicanismo. Outro ponto merece ser mencionado. Trata-se da frequente confusão, em particular em meio àqueles não versados em ciência política, entre monarquia como forma de governo e uma ou outra dinastia monárquica; em outras palavras, a confusão entre monarquismo e legitimismo.
Legitimismo, um laço especial com uma pessoa ou uma dinastia, é algo que sempre será custoso discutir em termos razoáveis e objetivos. É uma questão de sentimento subjetivo, e, portanto, advogado ou contestado por argumentos ad hominem. Uma discussão racional sobre problemas correntes deve, portanto, fazer clara distinção entre monarquismo e legitimismo dinástico. A forma de governo de um Estado é um problema político. Deve, por conseguinte, ser discutido independentemente de família ou pessoa que esteja ou estivesse à cabeceira do estado. Nas monarquias sempre houve mudanças dinásticas. Por princípio, a instituição tem maior importância que seu representante; este último é mortal, ao passo que a anterior, em termos históricos, é imortal.
Observar uma forma de governo meramente com o olhar voltado ao seu representante leva a resultados grotescos. Neste caso, as repúblicas teriam de ser julgadas em bases não políticas, mas de acordo com as características de seus presidentes. Isto seria, evidentemente, o cúmulo da irretidão.
Vale acrescentar que entre os protagonistas do monarquismo na Europa republicana há relativamente poucos legitimistas. O Rei Afonso XIII da Espanha citou, certa vez, que o legitimismo não sobreviveria uma geração. Isto é importante onde há uma tradicional forma de governo fortemente estabelecida, com a qual a maioria dos cidadãos se sentem satisfeitos. Mas esta espécie de legitimismo pode fundamentar-se tão bem em repúblicas quanto em monarquias. Alguém pode falar de legitimismo republicano na Suíça e nos Estados Unidos, tal como outro pode falar em legitimismo monárquico na Grã-Bretanha e na Holanda. Em mais países da Europa, tem havido, sem dúvida, muitas mudanças profundas no curso de séculos em que o legitimismo ocorreu em menor frequência. Em tais condições, é particularmente perigoso recorrer a argumentos emocionais.
Estamos agora numa posição de definir o que entendemos a cerca de monarquia e república. Monarquia é aquela forma de governo na qual o cabeça do Estado não é eleito, que funda seu cargo numa lei mais alta, associada ao princípio de que todo poder origina-se de uma fonte transcendental. Numa república, o mais alto cargo estatal é eletivo, pelo que sua autoridade deriva de seus eleitores, isto é, de um grupo particular que o elegeu.
Deixando de lado considerações puramente emocionais, há bons argumentos para essas duas formas básicas de governo. Os mais importantes argumentos em favor do republicanismo podem resumir-se nos seguintes: Em primeiro lugar, as repúblicas são, com poucas exceções, seculares. Elas não requerem apelo divino algum para justificar sua autoridade. Sua soberania, a fonte de sua autoridade, deriva do povo. Em nosso tempo, em que se rejeita cada vez mais os conceitos religiosos, ou, no mínimo, se os lega ao domínio da metafísica, conceitos constitucionais seculares e uma forma de governo secular são mais facilmente aceitáveis que uma forma enraizada, em última estância, em ideias teocráticas. É, por conseguinte, também mais fácil para uma república adotar uma versão secular dos Direitos Humanos. A vantagem que tal forma de governo oferece apareceria, portanto, como o fato de estar em sintonia com o espírito do nosso tempo, e, por extensão, com a grande massa populacional.
Em acréscimo, a escolha do cabeça de Estado não depende de um nascimento ancestral, mas da vontade do povo ou de uma elite. O término do cargo presidencial é marcado. O presidente pode ser removido, e se ele é incapaz, é fácil substituí-lo. Ele próprio é um cidadão comum, ele está em sintonia com a vida real. E é de se esperar que, com uma educação melhor, as massas tornar-se-ão, gradualmente, mais capazes da escolha do homem certo. Numa monarquia, por outro lado, uma vez que um mau chefe tenha ascendido ao trono, é quase impossível removê-lo sem derrubar completamente o regime. E ultimamente tem sido argumentado que qualquer cidadão pode, ao menos teoricamente, tornar-se presidente, o que estimula um senso de responsabilidade política e ajuda a população a alcançar maturidade política. O caráter patriarcal de uma monarquia, por outro lado, leva os cidadãos a apoiarem-se em seu chefe, e a passar toda a responsabilidade política às suas costas.
Em favor do monarquismo, os seguintes argumentos podem ser colocados: A experiência demonstra que reis geralmente conduzem melhor, e não pior, que presidentes. Há uma razão prática para isto. Um rei nasce em seu cargo. Ele cresce nele. Ele é, na mais precisa acepção da palavra, um “profissional”, um expert no campo do ofício estatal. Através de sua vida, o expert plenamente qualificado é mais arrazoado que o amador, ainda que brilhante. Particularmente, em caso de dificuldade, assunto extremamente técnico – e o que é mais difícil que um Estado moderno? – conhecimento e experiência têm mais peso que o puro brilhantismo. Existe, certamente, o perigo de um incompetente suceder ao trono. Porém não foi um Hitler escolhido como líder, e um um Warren Harding eleito presidente? Nas monarquias clássicas da Idade Média, era ao menos possível substituir um sucessor ao trono obviamente incapaz por um mais adequado. Só com decadência do monarquismo, na fase do despotismo da corte de Versailles, é que esse recurso corretivo foi descartado. Nada seria mais apropriado a uma monarquia moderna que a instituição de um tribunal judicial que possa, se necessário, intervir para alterar a ordem de sucessão ao trono.
Mais importantes que as qualificações “profissionais” do rei é o fato de que ele não está atado a nenhum partido. Ele não deve sua posição a um corpo de eleitores ou ao suporte de interesses poderosos. Um presidente, por outro lado, é sempre devedor de alguém. Eleições são dispendiosas e difíceis de concorrer. O poder do dinheiro e as grandes organizações de massa geralmente se fazem sentir. Sem sua ajuda, é quase impossível alguém tornar-se cabeça de Estado de uma república. Tal suporte não é, de modo algum, concedido a troco de nada. O cabeça de Estado permanece dependente daqueles que o ajudaram na ascensão ao comando. Por consequência, o presidente não é mais o presidente de um povo todo, mas apenas daqueles grupos que o ajudaram a alcançar o cargo. Desse modo, partidos políticos ou grupos de interesse econômico podem controlar as mais altas patentes do Estado, que não mais pertencem à totalidade da população, mas, temporária ou permanentemente, ao domínio privilegiado de um ou outro grupo de cidadãos. Existe, então, o perigo de uma república deixar de ser a guardiã dos direitos de todos os seus cidadãos. Isto – costuma-se frisar entre monarquistas – é particularmente perigoso em nosso tempo. Hoje os direitos de grupos individuais e minoritários corre perigo maior que em todas as épocas precedentes. Concentrações de poder financeiro e amplas e poderosas organizações são em geral ameaças ao “homem pequeno”. Particularmente numa democracia, ele tem grande dificuldade de obter atenção, uma vez que o setor populacional do qual faz parte não tem como organizar-se facilmente, e não tem grande importância econômica. Se o mais alto pináculo do Estado é manipulado em prol de partidos políticos, o desfavorecido não terá a quem recorrer por ajuda. Um dirigente monárquico, ou, por outra – o assim denominado – é independente, e votado imparcialmente a todos os cidadãos. Suas mãos não estão atadas ante algum poder; ele pode proteger os direitos do menos favorecido. Especialmente numa época de profundas transformações econômicas e sociais, esta é a maior importância que o cabeça de Estado precisa estabelecer acima dos partidos . . .
E, concluindo, a Coroa proporciona à vida política a estabilidade, sem a qual não se pode resolver grandes problemas. Numa república a firmeza dos alicerces é falha. Quem quer que esteja no poder tem de alcançar um sucesso positivo no mais curto espaço de tempo, sem o que não será re-eleito. Isto leva a políticas de alcance limitado, que não serão capazes de fazer frente a problemas de abrangência histórica mundial.
Há mais um ponto a considerarmos, antes que possamos responder a questão de qual forma de governo melhor servirá à comunidade no futuro. Falando em termos gerais, repúblicas democráticas representam um regime dominado pela legislação, ao passo que regimes autoritários são dominados pelo executivo. Há muito tempo que o poder judiciário não retém a primazia, como temos constatado. Ele funda sua expressão original nas monarquias Cristãs. É frequentemente esquecido o fato de que o dirigente honesto tem sido sempre o guardião da lei e da justiça. Os mais antigos monarcas – os reis da Bíblia – originaram-se das fileiras dos juizes. São Luiz de França observou a administração da justiça como sua mais nobre tarefa. O mesmo princípio pode ser visto nos muitos “Palatinados” alemães, desde quando o Conde Palatino (Palatinus) foi o guardião da lei e da justiça delegado pelo Rei-Imperador. A história das grandes monarquias medievais mostra que o poder legislador do rei – mesmo de um rei tão poderoso quanto Carlos V – era rigorosamente limitado por autonomias locais. O mesmo vale para as funções executivas. Ele não era, em princípio, um ministrador de leis ou cabeça do executivo; ele era um juiz. Todas as outras funções eram subordinadas, e exercidas apenas na medida necessária para efetivar sua função judicial.
A razão para tal arranjo institucional é clara. O juiz tem de interpretar o significado da lei e da justiça, e para fazê-lo, tem de ser independente. É essencial que ele não deva sua posição e função a homem algum. O supremo juiz, enfim, tem de estar em sua posição. Isto só é possível numa monarquia. Numa república, até o mais alto guardião da lei recebe sua posição de alguma outra fonte, pela qual é responsável ou da qual permanece, em certo grau, dependente. Este não é um estado de coisas satisfatório. Seu mais importante encargo não é adjudicar em disputas legais ocorrentes, mas manter a guarda sobre o propósito do Estado e da lei natural. Acima de tudo, a função do juiz supremo é cuidar para que toda a legislação esteja de acordo com os princípios fundamentais do Estado, isto é, com a lei natural. O direito monárquico de vetar a legislação, tramitando no parlamento, é uma reminiscência dessa função antiga…
A futura forma de Estado será algo totalmente novo, algo que representará princípios de validade eterna, na forma apropriada ao futuro, sem os erros do passado…
O caráter hereditário da função monárquica não encontra sua justificação apenas pela educação “profissional” do herdeiro do trono. Também não se trata somente de uma questão de continuidade no cume da hierarquia política, embora tal continuidade seja altamente desejável, em se tratando de uma questão de planejamento para gerações futuras. Sua mais fundamental justificação baseia-se no fato de que o dirigente hereditário deve sua posição não a um ou outro grupo social, mas somente à vontade de Deus. Tal é o verdadeiro significado da frequentemente mal compreendida expressão “pela graça de Deus”, que sempre significa um dever e uma missão. Seria um erro para o dirigente por graça de Deus olhar a si próprio como um ser excepcional. Pelo contrário, as palavras “Pela graça de Deus” devem lembrá-lo de que ele não deve sua posição a seus próprios méritos, mas que precisa provar sua competência por incansáveis esforços em prol da justiça.
Assim como há muito a dizer sobre a transmissão hereditária da suprema posição do Estado, há também um sério inconveniente, já mencionado. Se a sucessão ocorre automaticamente, existe a possibilidade de ser o trono ocupado por um incompetente. Este é o grande perigo do sistema monárquico. Por outro lado, este perigo data apenas do período em que se estabeleceu o legitimismo inflexível de Versailles, e as salvaguardas existentes, de um ou de outro modo, nas monarquias mais clássicas desapareceram. Tais salvaguardas deveriam, portanto, ser instituídas nas futuras constituições monárquicas. Seria um erro legar tal função a corpos políticos, o que equivaleria a abrir a porta aos interesses privados. A decisão deve ser legada a um tribunal judicial. O rei, como o mais alto juiz constitucional do Estado, não pode exercer sua função num vácuo. Ele terá de ser assistido por um corpo representativo da autoridade judicial suprema, do qual ele constitui a cabeça. É tal corpo que determinaria se uma lei ou um regulamento é constitucional, ou seja, compatível com o propósito do Estado. Quando morre o dirigente, outro juiz continuará em função. O dever desse corpo seria confirmar a adequação de herdeiro presuntivo, e, se necessário, substituí-lo pelo próximo na linha sucessória.
A atividade do cabeça de Estado será, com certeza, transportada ao campo exclusivamente judicial. Ele terá de controlar o executivo, pois seu dever é cuidar para que as decisões do poder judiciário sejam postas em prática. Não obstante, todas essas tarefas ficarão em plano secundário. É em sua junção judicial que um monarca do Século 20 encontrará sua principal justificação.

VISITE:
http://monarquiacarioca.ning.com/
https://www.facebook.com/people/Circulo-Mon%C3%A1rquico-Do-Rio-de-Janeiro/100001570974268

25 maio, 2012

NOITE DE AUTÓGRAFOS DE D. CARLOS TASSO


 23 DE MAIO DE 2012

LANÇAMENTO DO LIVRO DE LANÇAMENTO DO LIVRO "A INTRIGA" DE D. CARLOS TASSO-DE-SAXE-COBURGO-E-BRAGANÇA





PRÓXIMA QUARTA-FEIRA - 30 DE MAIO DE 2012
CONFRATERNIZAÇÃO MONÁRQUICA
ABERTO A TODOS OS SIMPATIZANTES MONARQUISTAS 

Jantar no Restaurante Fiametta - 30 de maio, 19:00hrs, 
 rua Aníbal de Mendonça,132, Ipanema,Buffet R$ 36,80 por pessoa.
Após o jantar, para quem desejar permanecer, será apresentado o filme "A Jovem Rainha Vitória", com preâmbulo do Prof. Otto de Alencar Sá Pereira, após o qual, poderá ser relizado um debate.






ANTERIORES

PALESTRA “PRINCESA ISABEL: A REDENTORA DE CARNE E OSSO”.  
15 DE MAIO – TERÇA FEIRA - 16:00 hrs - Palestrante: Profª. Maria de Fátima Moraes Argon, historiadora e pesquisadora do Instituto Histórico de Petrópolis - Local: Auditório da Biblioteca Nacional
Fala sobre a  Princesa Isabel, seu cotidiano, seu programa de estudos extremamente rigoroso e abrangente, a partir do momento em que  foi destinada a ocupar o trono de D. Pedro II. Aborda  ainda suas viagens, seu amor pelo desenho, pela fotografia, pelo estudo da música (tocava quatro instrumentos), seu casamento e seus dolorosos problemas iniciais com a maternidade.

124 ANOS DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
14 DE MAIO  - SEGUNDA-FEIRA - 16:00 hrs S.A.I. D. ANTONIO DE ORLEANS E BRAGANÇA FOI CONVIDADO DE HONRA NA CELEBRAÇÃO REALIZADA EM SANTA CRUZ PELO COLÉGIO PRINCESA ISABEL E PELA ENTIDADE BENEFICENTE SERCIDADÃO
 A bandeira imperial foi mantida aberta pelos alunos enquanto cantavam o Hino da Independência composto por D. Pedro I. Alunas e alunos do SerCidadão apresentaram três canções em um afinado coral. Houve discursos e vários convidados posaram para fotos com D. Antonio.

21 maio, 2012

Pesquisa mostra que 80% dos britânicos são a favor da monarquia


Cerca de 80% dos cidadãos britânicos se disseram a favor da monarquia, segundo pesquisa de opinião divulgada no mesmo dia em que a rainha Elizabeth 2ª comemora o Jubileu de 60 anos de reinado com um desfile militar no castelo de Windsor.

A pesquisa realizada pelo instituto Ipsos Mori com 1.006 adultos britânicos mostram que oito em cada dez são a favor da monarquia.

Segundo a pesquisa, apenas 13% se disseram favoráveis à adoção da república.

Os dados mostram que os mais monarquistas são os habitantes das Midlands, no centro do Reino Unido, onde 89% dos entrevistados disseram ser a favor da monarquia contra apenas 9% a favor de sua abolição.

O sul da Inglaterra é a região na qual a monarquia conta com menor apoio com 76% dos entrevistados a favor contra 17% pró-república.

O apoio à monarquia é maior entre os mais velhos com nove entre dez britânicos com mais de 55 anos a favor da permanência da realeza.

IDEOLOGIAS

Os entrevistados que se disseram conservadores são os mais favoráveis à manutenção da monarquia parlamentarista com 96% a favor.

Entre os liberais democratas 84% são a favor da monarquia e entre os que apoiam a esquerda trabalhistas 74% é a favor.

"O apoio à família real sempre foi grande e consistente, mas com as comemorações do Jubileu da rainha, esse apoio chegou a níveis recordes", disse diretor-adjunto da Ipsos Mori, Simon Atkinson.

Dentro das celebrações dos 60 anos de reinado de Elizabeth 2º, membros da Marinha Real Britânica, do Exército e das Forças Armadas participaram de um desfile militar no castelo de Windsor.

Avança o processo de investigação sobre as virtudes e santidade da Princesa Isabel.


Petrópolis, 14 de maio de 2012 -Cerca de 80.000 documentos começaram a ser analisados numa pesquisa que visa oferecer à Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, subsídios para a abertura do processo de beatificação da Princesa Isabel (1846-1921). Dom Orani João Tempesta, arcebispo Metropolitano do Rio encarregou a tarefa de traçar um primeiro perfil biográfico da piedosa e caridosa vida da princesa ao o Prof. Hermes Rodrigues Nery, quem enviou um artigo à nossa redação contando as suas descobertas.
O prof. Nery, que também é coordenador do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté e propositor do pedido feito a Dom Orani João Tempesta, em outubro do ano passado, passou a semana do 7 a 13 de maio em Petrópolis, para aprofundar os estudos da vasta documentação do Arquivo Histórico do Museu Imperial
Segundo o Prof. Rodrigues Nery, os documentos pesquisados até o momento confirmam os sinais de santidade da princesa, que foi três vezes regente do Brasil, associando-se de modo ativo no movimento abolicionista, tendo protagonizado a libertação dos escravos no Brasil, há 124 anos.
O bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte contou anteriormente em nota recolhida pelo portal da arquidiocese que “conhecendo com mais detalhes a vida dessa regente do Império brasileiro e conversando com várias pessoas sobre a sua possível beatificação e canonização num futuro próximo, fico admirado com suas qualidades humanas e sua atuação política, sempre inspirada pelos princípios do catolicismo”.
Dom Antonio destacou ainda a falta de conhecimento destes aspectos da vida da princesa assim como a “presença régia dessa mulher – esposa, mãe, filha, irmã, cidadã” sobretudo, “na sua função de uma governante incansável na consecução de uma causa que se arrastava lentamente no Império desde 1810: a libertação dos escravos pela via institucional, sem derramamento de sangue”.
A vida da princesa Isabel surpreende os atuais estudiosos que, a cada dia, vão descobrindo fatos e feitos pouco conhecidos pelos brasileiros. Em uma recente entrevista o Prof. Hermes Nery explicava que “escritos da Princesa D. Isabel (cartas, diários e apontamentos) dão uma dimensão exata da sua fé católica solidíssima, e de como viveu de modo exemplar a coerência dos princípios e valores do Evangelho, tanto na vida pessoal quanto pública”.
“Suas opções e decisões estavam pautadas no humanismo integral, e deixou a melhor impressão de sua vida virtuosa em todos que conviveram com ela, tendo o respeito inclusive de seus adversários”, afirmou o Prof. Nery.
“Escritos de intelectuais e autoridades da época e mesmo durante o século XX (apesar do patrulhamento ideológico e da conspiração do silêncio que sofreu), atestam suas inúmeras qualidades e virtudes, e o quanto a sua firme adesão à fé foi um dos elementos que fizeram tantos temerem o 3º Reinado”, destacou também.
Há relatos também do povo, de pessoas que conheceram a Princesa e receberam dela acolhida e apoio, e gestos concretos de quem soube exercer com elevada consciência a caridade cristã.
Prof. Rodrigues Nery ressaltou ainda: “Lembro-me, por exemplo, como ex-salesiano que sou, de que o Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, foi construído em 1885, com auxílio da Princesa, com objetivo de oferecer aos negros libertos a oportunidade de estudar lá gratuitamente”.
“Houve na Princesa D. Isabel uma grande sintonia com a doutrina moral e social da Igreja, tão bem expressa pelo Papa Leão XIII, com quem ela se correspondia. E como São João Bosco (com quem ela se encontrou pessoalmente em Milão, em 1880), um dos sinais evidentes de sua santidade foi como suas ações estiveram tão de acordo com o que a Igreja expõe em seu Magistério, e como as consequências destas ações foram tão benéficas para toda a sociedade.”
Em dezembro de 2011, assessores do Vaticano estiveram com o Vigário Episcopal para a Vida Religiosa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Roberto Lopes, OSB, o prof. Hermes Rodrigues Nery e dom Antonio de Orleans e Bragança, membro da Família Real, e receberam dados sobre a vida da princesa Isabel que justificariam a abertura do processo de sua beatificação.
Foi solicitado então um primeiro retrato biográfico para viabilizar os procedimentos visando oficializar o processo. O estudo ficou ao encargo do prof. Hermes Rodrigues Nery, que esteve em Petrópolis, na semana de 7 a 13 de maio de 2012, fazendo pesquisas no Arquivo Histórico do Museu Imperial, cujo acervo abriga cerca de 80.000 documentos referentes ao estudo em questão.
Trata-se de uma vida muito bem documentada, desde seu nascimento até sua morte (no exílio em Paris), daí a riqueza de informações que estão ajudando os especialistas a reverem inclusive aspectos da história brasileira, e a atuação da princesa Isabel enquanto modelo de fé e política, a partir dos princípios e valores cristãos.
No domingo, 13 de maio, após a celebração do dia das mães, às 11h30, houve uma homenagem no Mausoléu que abrigam os corpos de D. Pedro II, D. Thereza Cristina, D. Isabel e o Conde D’Eu, entre outros. O evento contou com a presença do pároco da Catedral, Padre José Augusto Carneiro, e um descendente de escravos, José Paulino Barbosa (lavrador e compositor), que trouxe de sua cidade, Desterro do Mello – MG, 124 rosas doadas por ele e que foram depositadas no túmulo da princesa Isabel.
Em seu discurso na catedral de Petrópolis o Prof. Hermes citou um dos primeiros e mais claros testemunhos da vida de santidade de princesa, recordando que em 20 de maio de 1888, no contexto de uma missa para celebrar a abolição da escravatura, o Barão de Paranapiacaba expressou publicamente: “Oxalá veja um dia o mundo católico a vossa beatificação e a Igreja acolha também em seu seio a Santa Izabel brasileira”.
Do Acervo de Fotos do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro
Coleção Identidade Imperial
Princesa Isabel, a "Redentora"


20 maio, 2012

E DIZER QUE FOMOS ASSIM NO SÉC. XIX...




Para mim que cresci na ditadura militar chega a ser um espanto, uma coisa inacreditável, boa demais para ser verdade. Mas depois paro e penso: realmente NUNCA OUVI FALAR DE POLÍCIA SECRETA OU TORTURA NA ÉPOCA DE D. PEDRO II. E dizer que durou ininterruptos 50 anos. Os republicanos, não achando argumentos sérios para atacá-lo, diziam que os defeitos de D. Pedro II eram: ser sonolento no exercício do poder e interessar-se verdadeiramente só por revistas científicas. Chega a ser pueril e ridículo para um cidadão de hoje. Os antigos romanos eram tão mais espertos: tinham orgulho da erudição de seu imperador Marco Aurélio, o "Rei Filósofo", a quem D. Pedro II foi comparado e, em  sinal de reverência, foram ao Norte da Europa, onde estava, idoso, em campanha militar, e transportaram seus restos mortais para Roma, colocando-o num mausoléu. 
NÃO O EXILARAM COMO OS BRASILEIROS REPUBLICANOS!!!
Talvez essa seja uma das razões  pela qual antigo Império Romano sempre tenha despertado um certo fascínio do público mais erudito e admiração de historiadores, apesar de crueldades que faziam parte da época, e o Brasil, apenas pena e perplexidade:como pode um país tão rico ter um povo tão pobre?
Repetindo, eu cresci achando que o estado de exceção era coisa normal. Democracia era coisa de uns países europeus felizes e distantes. Vargas só se elegeu no terceiro mandato, e depois disso foi sempre uma oscilação entre períodos democráticos e ditatoriais. Quem era adulto num período democrático, tinha memórias de infância da ditadura. Meu falecido pai, que viveu 91 anos, testemunhou pelo menos uns 5 períodos de alternância democrática/ditatorial: PRÉ-VARGAS, DITADURA VARGAS, PÓS-VARGAS, GOLPE MILITAR  DE 1964, PÓS-DITADURA MILITAR. No final não acreditava em mais nada.
Bem, podem alegar que na época, com as repúblicas americana e francesa, parecia uma tendência atual, moderna, progressista. Só que os EUA não tinham nenhuma monarquia nem um imperador como D. Pedro II, e a França, bem a França, nem todos gostam de lembrar do chamado "Período do Terror", no qual segundo li, 800 pessoas caminhavam diariamente para a guilhotina em Paris, inclusive revolucionários e até Robespierre.  A cautelosa Inglaterra não foi atrás.  E não é uma monarquia decorativa. Rainha encontra-se semanalmente com o Primeiro Ministro e mantêm a Câmera dos Lordes, que dura há  vários séculos, composta por aristocratas que eram hereditários e agora são eleitos. E, entre várias coisas, tem um dos sistema de saúde mais  invejados do mundo, inclusive pelos americanos, cujo sistema público de saúde é bem precário, e nós temos o SUS...do qual é melhor nem falar.
(Claudia Virmond Madeira)
Mas na época houve um homem culto, Monteiro Lobato, que previu tudo, e escreveu um artigo que parece ter sido escrito ontem: "A Luz do Baile".
A Luz do Baile por Monteiro Lobato



EVENTOS
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CONFRATERNIZAÇÃO MONÁRQUICA
https://www.facebook.com/events/104164393056003/
REUNIÕES
http://monarquiacarioca.blogspot.com.br/p/o-circulo-monarquico-rj.html


17 maio, 2012

EVENTOS E JANTAR MONÁRQUICO DE MAIO

POSTAGEM PARA O CÍRCULO MONÁRQUICO DO RIO DE JANEIRO
(cujo site se encontra temporariamente em manutenção)
(SE DESEJAR CONFIRMAR PRESENÇA, CLIQUE NO LINK EVENTOS
  
CONFRATERNIZAÇÃO MONÁRQUICA 
30 de maio - 4º feira às 19:00hrs
LOCAL: Restaurante Fiametta, rua Aníbal de Mendonça, 132, Ipanema
Após o jantar, para quem quiser ficar, haverá a apresentação do filme “A Jovem Rainha Vitória” (indicado a três Oscars, vencedor do Oscar de melhor figurino) precedido de uma breve explicação histórica do Prof. Otto de Alencar de Sá Pereira. Trailer
                                                            
LANÇAMENTO DO LIVRO "A INTRIGA" DE D. CARLOS TASSO-DE-SAXE-COBURGO-E-BRAGANÇA, SOBRINHO-BISNETO DA PRINCESA ISABEL 
23 DE MAIO - 4ª FEIRA ÀS 19:00 HRS - NO SHOPPING DA GÁVEA

PALESTRA “PRINCESA ISABEL: A REDENTORA DE CARNE E OSSO”.  
15 DE MAIO – TERÇA FEIRA - 16:00 hrs - Palestrante: Profª. Maria de Fátima Moraes Argon, historiadora e pesquisadora do Instituto Histórico de Petrópolis - Local: Auditório da Biblioteca Nacional
Fala sobre a  Princesa Isabel, seu cotidiano, seu programa de estudos extremamente rigoroso e abrangente, a partir do momento em que  foi destinada a ocupar o trono de D. Pedro II. Aborda  ainda suas viagens, seu amor pelo desenho, pela fotografia, pelo estudo da música (tocava quatro instrumentos), seu casamento e seus dolorosos problemas iniciais com a maternidade.

124 ANOS DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
14 DE MAIO  - SEGUNDA-FEIRA - 16:00 hrs S.A.I. D. ANTONIO DE ORLEANS E BRAGANÇA FOI CONVIDADO DE HONRA NA CELEBRAÇÃO REALIZADA EM SANTA CRUZ PELO COLÉGIO PRINCESA ISABEL E PELA ENTIDADE BENEFICENTE SERCIDADÃO
 A bandeira imperial foi mantida aberta pelos alunos enquanto cantavam o Hino da Independência composto por D. Pedro I. Alunas e alunos do SerCidadão apresentaram três canções em um afinado coral. Houve discursos e vários convidados posaram para fotos com D. Antonio.

REINAUGURAÇÃO DA ESTÁTUA DA PRINCESA ISABEL 
 13 DE MAIO - DOMIGO
ÀS 10:00 HORAS 
EVENTO PROMOVIDO PELO CÍRCULO MONÁRQUICO DO RIO DE JANEIRO
LOCAL : Av. Princesa Isabel, próximo à Av. Atlântica A PRINCESA ISABEL IMPLANTAR QUERIA LEIS TRABALHISTAS E VOTO PARA AS MULHERES, O QUE SÓ VEIO A OCORRER DÉCADAS MAIS TARDE NO GOVERNO GETÚLIO VARGAS. ESTE ERA O MEDO DOS REPUBLICANOS DA ÉPOCA.


ÀS 14 HORAS
MISSA DE 1 ANO DE FALECIMENTO DE D. MARIA DA BAVIERA
Local: Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro

REINAUGURAÇÃO DE MONUMENTO À PRINCESA ISABEL
11 de MAIO - 6ª FEIRA - 10:oo hrs.
AV. 13 DE MAIO, próx. ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Visite os espaços:
Participe dos eventos do Círculo Monárquico RJ!  https://www.facebook.com/groups/circulomonarquicorj/ Site do Círculo Monárquico RJ (temporariamente em manutenção) http://cmrj.res.org.br/  Círculo Monárquico no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100001570974268  Grupo Facebook A Monarquia Brasileira: https://www.facebook.com/groups/119776851415398/

A TIARA BRAGANÇA

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