02 dezembro, 2012

D.PEDRO II, NUNCA O BRASIL DEVEU TANTO A UM SÓ HOMEM

HOJE, HÁ 187 ANOS, NASCIA D.PEDRO II




MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES, JANEIRO, 1966. 
ALÉM DAS IMAGENS DA EXPOSIÇÃO, DIVERSOS DEPOIMENTOS RICOS E ESCLARECEDORES, PRESTADOS POR HISTORIADORES E ESTUDIOSOS DA VIDA E DA TRAJETÓRIA POLÍTICA DE D. PEDRO II, MAIS TARDE CHAMADA DE "PERÍODO ÁUREO DO BRASIL", FINALIZANDO COM O DEPOIMENTO DE S.A.I.R. D. LUIS DE ORLEANS E BRAGANÇA, SEU TRINETO, ATUAL CHEFE DA CASA IMPERIAL BRASILEIRA. ORIGINAL GENTILMENTE CEDIDO POR OHANNES KADBERIAN, CHANCELER DO CÍRCULO MONÁRQUICO DO RIO DE JANEIRO.









 
Postatens sobre D. Pedro II
A Estátua recusada pelo Imperador
 
D. Pedro II nos Estados Unidos

E DIZER QUE FOMOS ASSIM NO SÉC. XIX...

(inclui "A Luz do Baile", por Monteiro Lobato)http://www.circulomonarquicoriodejaneiro.org/2012/05/e-dizer-que-fomos-assim-no-sec-xix.html

Como o hino para a coroação de D. Pedro II foi transformado no atual hino nacional
http://www.circulomonarquicoriodejaneiro.org/2012/08/sera-que-so-no-imperio-havia-inspiracao.html
 
D. Pedro II, O Magnânimo

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SLIDESHOW DE FOTOS DE D. PEDRO II E DA FAMÍLIA IMPERIAL


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A PÁTRIA EM VERSOS
 
INGRATOS
 Não maldigo o rigor da iníqua sorte,
 Por mais atroz que fosse e sem piedade,
 Arrancando-me o trono e a majestade,
 Quando a dous passos só estou da morte.
 Do jogo das paixões minha alma forte
 Conhece bem a estulta variedade,
 Que hoje nos dá contínua felicidade
 E amanhã nem — um bem que nos conforte.
 Mas a dor que excrucia e que maltrata,
 A dor cruel que o ânimo deplora,
 Que fere o coração e pronto mata,
 É ver na mão cuspir a extrema hora
 A mesma boca aduladora e ingrata,
 Que tantos beijos nela pôs — outrora.
 
SEMPRE O BRASIL
 Nunca noite dormi tão sossegado,
 Quem nem mesmo sonhei com o meu Brasil,
 Porém, vendo infinito mar d'anil,
 Lembra-me a aurora dele nacarada.
 Cada dia que passa não é nada,
 E os que faltam parecem mais de mil.
 Se o tempo que lá vivo é um ceitil,
 Aqui é para mim grande massada.
 E a doença porém me consentir,
 Sempre pensando nele, cuidarei
 De tornar-me mais digno de o servir,
 E, quando possa, logo voltarei;
 Pois na terra só quero eu existir
 Quando é para bem dele que eu o sei.
 
TERRA DO BRASIL
 Espavorida agita-se a criança,
 De noturnos fantasmas com receio,
 Mas se abrigo lhe dá materno seio,
 Fecha os doridos olhos e descansa.
 Perdida é para mim toda a esperança
 De volver ao Brasil; de lá me veio
 Um pugilo de terra; e neste creio
 Brando será meu sono e sem tardança...
 Qual o infante a dormir em peito amigo,
 Tristes sombras varrendo da memória,
 ó doce Pátria, sonharei contigo!
 E entre visões de paz, de luz, de glória,
 Sereno aguardarei no meu jazigo
 A justiça de Deus na voz da história!
 
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